segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Turbilhão de Tudo

São 5 da manhã! Não consigo dormir! Acordei a chorar, já não sabia o que eram pesadelos assim! Voltaste, maldito fantasma! Procuro um abraço de conforto, de protecção e não o sinto! Descubro que me mantenho sozinha, como tem sido esta nova era, sozinha! Ergo a cabeça e mantenho-me firme, não vou desistir de mim, de tudo o que já foi conquistado nestes longos meses!
Afinal não preciso de ninguém para ser aquilo que quero ser, e nunca precisei de abraços para me aguentar, sempre fui fria e intransigente, mas os dissabores do quotidiano levaram-me a ser assim e acho que prefiro. Não sofro desilusões!
A Leonor mantém-se na sua posição preferida enquanto dorme um sono profundo! Aproveitar agora porque daqui a nada já exige mais um biberão! É linda, é a minha vida e só por ela movo montanhas! O seu respirar é o suficiente para me acalmar o peito sofrido e quando se agita muito, basta colocar a minha mão sobre a dela para saber que está protegida! É isso, apenas precisamos de nos sentirmos assim quando somos indefesos, mas eu já não preciso dessa mão.
Chegou a hora de arriscar tudo e por os meus sonhos em prática, sinto que se não for agora nunca será!

São 8h da manhã, a Leonor já bebeu o leite matinal e continua no seu soninho, vamos é ver até quando!
Analisei tudo e já te sinto distante, talvez não seja isso, talvez seja só diferente, talvez seja só eu! Não posso pensar mais em ti ou vou viver uma bola de neve de sentimentos! Acho que é melhor manter este coraçãozinho fechado sem conhecimento da existência da chave, para não voltar a sentir-me como já me senti!

Como a fénix, nunca me esquecer que sou como a fénix!

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