segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Maldita Distância

O manto da noite cai lentamente. Tu não estás.
Pouco a pouco, a saudade invade-me e eu fico aflita a olhar para a porta, à espera que chegues de surpresa, a qualquer momento.
Doce ilusão...estás tão longe agora, que só me resta pedir que o tempo passe depressa.
Não consigo pensar em nada que não sejas tu e o teu rosto.
Nenhuma leitura me distrai, nenhum estudo absorve os meus pensamentos, apenas as nossas fotografias me alivia a tua ausência. 
Tu nem imaginas a alegria que me vai invadir no dia em que voltares.

Sem comentários:

Enviar um comentário