O manto da noite cai lentamente. Tu não estás.
Pouco a pouco, a saudade invade-me e eu fico aflita a olhar para a porta, à espera que chegues de surpresa, a qualquer momento.
Doce ilusão...estás tão longe agora, que só me resta pedir que o tempo passe depressa.
Não consigo pensar em nada que não sejas tu e o teu rosto.
Nenhuma leitura me distrai, nenhum estudo absorve os meus pensamentos, apenas as nossas fotografias me alivia a tua ausência.
Tu nem imaginas a alegria que me vai invadir no dia em que voltares.
Pouco a pouco, a saudade invade-me e eu fico aflita a olhar para a porta, à espera que chegues de surpresa, a qualquer momento.
Doce ilusão...estás tão longe agora, que só me resta pedir que o tempo passe depressa.
Não consigo pensar em nada que não sejas tu e o teu rosto.
Nenhuma leitura me distrai, nenhum estudo absorve os meus pensamentos, apenas as nossas fotografias me alivia a tua ausência.
Tu nem imaginas a alegria que me vai invadir no dia em que voltares.
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